É provável que se houvesse possibilidade de voltar no tempo e rever as decisões que fazem parte da minha vida, eu não teria estudado Letras. Nem sei se as coisas se sairiam melhor, mas escolheria outro curso. Sei lá.
Tive de escolher entre dois caminhos: o magistério ou a carreira pública. Magistério não rola. Restou a segunda opção: a carreira pública. Mas tal escolha importa em renúncias na vida pessoal nos mais diversos sentidos. Depende de muito esforço e continuidade.
Começo a aprender que o caminho é longo, árduo, mas possível. Usar as insatisfações pessoais como ferramenta de propulsão é uma boa ideia. O problema é que quero que as coisas aconteçam rápido. Não dá certo.
Após cursos preparatórios, cheguei à conclusão de que: Agora o negócio é comigo. Tenho material e orientação para lapidar o que aprendi durante este período de preparação.
Por enquanto essa é a minha saída.
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